terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Celebridades que Praticam Pilates #3 – Michelle Obama

Aos 47 anos, esposa de um dos homens mais poderosos do mundo, a primeira dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, é mais uma praticante do método Pilates. A mulher de Barack Obama dedica-se ao Pilates praticamente todos os dias, sempre ao final da tarde, aliando o método a exercícios aeróbicos, musculação e alongamento. Michelle sempre foi muito elogiada por sua forma física, que realmente impressiona em uma mulher com quase 50 anos. Em entrevista à revista Prevention, ela confessou que faz de tudo para poder comer batata frita e um bom hambúrguer.




Fonte:  http://kaufferpilates.com.br/blog/

Celebridades que praticam Pilates #2 – David Beckham

Destaque no mundo das celebridades do esporte, o jogador de futebol David Beckham é outro adepto na lista de praticantes de Pilates. Ele aderiu ao método na época em que jogava na Itália, no AC Milan. “Faço pilates uma hora por dia. Hoje estou em minha melhor forma” disse ao ser questionado sobre sua elasticidade e forma física. Após a incorporação do Pilates em seu programa de condicionamento físico, sua gordura corporal caiu de 13,7 por cento para 8,5 por cento.
Mesmo tendo se transferido para a MLS (Liga Americana de Futebol), David manteve o seu treinamento de Pilates, junto com sua esposa, Victoria Beckham.

Celebridades que Praticam Pilates #1 – Madonna

Inicia hoje uma série de posts sobre celebridades que praticam Pilates. E para começar, nada mais do que Madonna, provavelmente a maior garota-propaganda do método. Com 53 anos de idade, a cantora ainda possui um corpo escultural, alcançado através de muita musculação, Yoga e Pilates.
Madonna foi uma das grandes responsáveis pela popularização do método, do qual ela pratica desde meados dos anos 90. A rainha do pop conta que o segredo de sua incrível flexibilidade nos palcos é fruto das aulas intensivas de Pilates. Em 2005, a cantora sofreu uma queda de um cavalo, e teve no método um grande aliado para sua reabilitação, conforme ela conta:
“Eu costumava ser aficionada por Yoga, mas eu tive que fazer muito Pilates para reabilitar a minha articulação do ombro e conseguir usar meu braço novamente”

FELIZ ANO NOVO !!!!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Pesquisa da USP indica que salto plataforma é pior que o agulha


Segundo estudo, plataforma prejudica mais a circulação das pernas.
Cirurgião vascular avaliou mulheres com idade entre 20 e 35 anos.


De acordo com pesquisa, salto agulha prejudica menos a circulação que o plataforma


O salto plataforma pode ser o preferido das mulheres por causa do conforto, mas ele é mais prejudicial à circulação das pernas que o salto agulha. A afirmação é feita pelo cirurgião vascular Wagner Tedeschi Filho, pesquisador da USP que analisou a influência da altura e do tipo de salto na circulação das pernas femininas.
A pesquisa teve duas fases. Em uma delas, o médico avaliou 30 voluntárias saudáveis, com idade entre 20 e 35 anos. Cada uma repetiu o mesmo exame quatro vezes: usando um salto plataforma de 7 cm, um agulha de 7 cm, um de 3,5 cm e descalça. O resultado, conta Tedeschi, mostrou que todos os saltos maiores de 3,5 cm são prejudiciais à circulação, podendo causar varizes, vasinhos, flebites (inflamação da parede de uma veia) e inchaço.
Até aí, o resultado não causa espanto. O que tornou o plataforma vilão das pernas bonitas foi o resultado do exame que media o volume residual venoso. Enquanto o percentual considerado normal desta taxa é 35%, após o uso da plataforma as mulheres tiveram taxa média de 59%. No caso do salto agulha, o percentual foi de 56%. Já o salto mais baixo, de 3,5 cm, apresentou volume residual venoso de 49%.
“O estudo mostrou que o salto alto compromete a contração da panturrilha, que funciona como uma ‘bomba’ na perna. A quantidade de sangue represado na perna aumenta para saltos maiores de 3,5 cm”, diz Tedeschi. Esse "represamento" é o volume residual venoso, responsável pelo surgimento das varizes.
Para entender de que forma o salto compromete a circulação e influencia o percentual do volume residual, é preciso entender a diferença entre o sangue arterial e o venoso.
O arterial, explica Tedeschi, sai do coração “limpo” e vai “abastecer” de oxigênio as extremidades do corpo, no caso, as pernas. O sangue venoso é o inverso: ele sai das extremidades do corpo, é pobre em oxigênio – que já foi distribuído – e segue em direção ao coração. Se no meio do caminho ele encontra as veias contraídas pela panturrilha, observa o médico, vai ocorrer o acúmulo de sangue, sobrecarregando as veias.
Daí para frente, surgem as consequências que as mulheres conhecem bem: vasinhos, inchaço, varizes, dor e sensação de peso nas pernas.
Segundo Tedeschi, o salto plataforma é mais prejudicial à circulação justamente por apoiar melhor o pé, o que é responsável pelo conforto. Esse “abraço” nos pés femininos compromete a circulação do sangue venoso, que já enfrenta a força da gravidade no percurso em direção ao coração.
Pesquisa inédita
Segundo o cirurgião vascular Wagner Tedeschi Filho, estudiosos do Brasil já realizaram várias pesquisas sobre o uso de salto alto. O diferencial desta, diz o médico, é o uso da pletismografia a ar completo, tendo como base protocolos internacionais de pesquisa, válidos no mundo inteiro.
“O resultado dá embasamento para orientação de pacientes em consultório, pois muitas se queixam de dor e perguntam sobre o uso de salto alto.”